Com mais de 100 milhões de usuários do mundo, distribuição tem o mérito de ter conquistado os usuários de PCs.

Ele provou que não são todas as versões do Linux que são voltadas exclusivamente a usuários de tecnologia qualificados. Melhorou radicalmente a interface, simplificando a vida de usuários mais leigos, tem tradução razoável para diferentes idiomas e um desempenho melhor se comprado a outras distribuições.

Estamos falando do Ubuntu, a versão do Linux que completa cinco anos de idade e melhorou muito a imagem do pingüim entre os usuários comuns. O sistema operacional já conquistou mais de 100 milhões de usuários no mundo, tem uma comunidade com 170 mil membros registrados, e lança versões novas a cada seis meses.
Baseado em Debian GNU/Linux, o sistema operacional é patrocinado pela empresa Canonical, do milionário sul-africano Mark Shuttleworth. Seu nome, Ubuntu, é o de um movimento sul-africano, comandado pelo bispo Desmond Tutu, que recebeu o prêmio Nobel da paz em 1984 por sua luta contra o Apartheid.

Na página do Ubuntu, o recado já é dado logo de cara – o Ubuntu nunca será pago e nem terá versões Enterprise, como outras empresas costumam criar. É um recado direto a duas gigantes do Linux – Novell e Red Hat – que, apesar de terem e manterem versões gratuitas de seus sistemas, oferecem versões pagas ao mercado corporativo.
A popularidade do Ubuntu fez com que muitas empresas deixassem o software proprietário de lado – mesmo em desktops, onde o Windows reinava (e ainda reina) tranquilamente. Prova disso é que grandes fabricantes de PCs, como IBM e Dell, já vendem máquinas com o Ubuntu pré-instalado.

O software também partiu mais recentemente para o mercado de servidores. Até grandes fornecedores, como a Sun Microsystems, homologaram o sistema operacional para rodar dentro de seus servidores. E o Ubuntu chegou na nuvem, por meio do serviço Amazon Elastic Compute Cloud, que oferece capacidade computacional sob demanda para as companhias.

Os cinco anos de idade e a popularidade entre os usuários finais fizeram do Ubuntu um sistema bastante respeitável. Até sua versão para os pequenos netbooks agradou aos usuários. Como qualquer distribuição de Linux, o Ubuntu ainda enfrenta problemas de compatibilidade com aplicativos mais populares dos PCs, mas isso não é problema para os fãs do pingüim nascido na África.

Olá pessoal, a tempos tive evitando de usar o SQUID 3 por acha que fosse mais complexo, mais era besteira, o squid3 está mais fácil do que nunca.

Tive a necessidade de trabalhar com o módulo ARP ( mac address), e algumas versões do squid já vem com o módulo habilitado, que é o caso das versões 2.7 e 3.0 stable18-1, essas duas versões eu testei, outras versões você pode usar o comando   squid -v e verificar se o módulo está ativo --enable-arp-acl

Vou posta em anexo uma configuração que fiz, a parte dessa você pode altera de acordo com as necessidades.

A versão do SQUID3 que usei foi SQUID 3 STABLE18-1, essa versão já vem por padrão no Ubuntu Karmic, no qual estou usando no momento.

Logo abaixo você pode fazer o download do arquivo de configuração.

AQUI – Download do arquivo de configuração

Mandriva Linux RC1 está disponível

A versão RC1 (Release Candidate) do Mandriva Linux 2010 foi anunciada hoje pelos desenvolvedores da Mandriva.
Esse é o quarto pacote divulgado pela empresa, que tem como objetivo oferecer um sistema operacional com foco nas tarefas diárias e com um apelo bem maior ao usuário final.
O Mandriva Linux RC1 é baseado na versão final do Linux kernel 2.6.31. A distribuição resolve diversos problemas nas ferramentas de rede, além de incompatibilidades e falhas nos ambientes de desktop GNOME e KDE.
Um dos recursos experimentais do RC1 é a integração do Nepomunk ao KDE, que permite a adição de notas a todos os arquivos, como se fossem etiquetas de identificação. Segundo a equipe de desenvolvimento, isso fará com que os usuários possam conferir o conteúdo de um arquivo sem que seja necessário abrir o mesmo.
Os arquivos ISO são híbridos e podem ser utilizados em um drive USB, que pode ser utilizado na instalação.
Apesar do avanço com as versões, alguns elementos gráficos ainda não estão disponíveis. A Mandriva pede que os usuários do sistema ajudem a testar o sistema e enviem comuniquem qualquer problema à equipe responsável pelo projeto.

Para fazer o Download click aqui.

Se você  gosta de Torrents, clica no link ou copie e cole o endereço no seu cliente torrent.
Mandriva Free DVD 32 Bits
Mandriva Free DVD 64 bits
Mandriva Dual CD 32 e 64 bits

Após 8 anos, projeto ressuscita sistema BeOS
Haiku coloca o veterano BeOS de volta à ativa

Distribuição Haiku, baseada no obscuro sistema operacional BeOS, chega à versão alpha.
Foi um longo caminho, mas a comunidade de fãs do BeOS conseguiu chegar lá. Após 8 anos de trabalho, foi lançada a versão R1/Alpha 1 do sistema operacional de código aberto Haiku.
Durante esse período grupos de voluntários se dividiram para reescrever todo o código fonte do BeOS e adaptá-lo para ser compatível com o hardware atual e, ao mesmo tempo, continuar dando suporte aos aplicativos originais escritos para o BeOS.
O Haiku R1 é distribuído gratuitamente e pode rodar sem ser instalado, por meio de um LiveCD. Sua comunidade já conseguiu desenvolver versões do Java e de diversos programas populares no mundo Linux, para equipar o sistema.
Desenvolvido no início dos anos 90 para rodar em máquinas com arquitetura AT&T Hobbit, o BeOS era uma espécie de rival do MacOS, pois destinava-se ao uso de ferramentas gráficas e possuía uma interface minimalista e elegante.
Em meados da década de 90, a Apple cogitou comprar a Be Inc. e transformar o sistema na base do seu novo sistema operacional. O negócio acabou não vingando, pois a Apple decidiu comprar o NeXT, empresa fundada por Steve Jobs em sua fase de renegado.
No final das contas, a produtora original do BeOS foi comprada pela Palm e, em 2001, encerrou suas atividades, abandonando o desenvolvimento do sistema operacional.


Os desenvolvedores do ambiente para desktop Linux KDE lançaram uma nova versão do código na última quinta. Segundo o comunicado oficial, o KDE 4.3.2 chega com diversas novidades na área gráfica, sem contar com os bugs que foram resolvidos. Uma das alterações mais esperadas é a retenção das configurações do KConfig. No KDE 4, o sistema perdia todos os dados caso o disco chegasse à sua capacidade total. Além disso, o KFile não apresenta mais problemas quando o usuário tenta mover arquivos enquanto ele gera um preview dos mesmos. A maioria dos erros que foram reparados afetava as janelas da interface quando alguma ação ou programas específicos do pacote eram acessados.

Comunidade do sistema operacional Ubuntu elegeu novos membros para seu conselho oficial. Ao todo, foram sete indicados que devem trabalhar na condução do desenvolvimento do projeto.
Além dos cuidados com o andamento da iniciativa, os membros também devem organizar reuniões periódicas entre os líderes dos setores de programação e fazer a manutenção de disputas relacionadas o comportamento dos demais participantes.
Os indicados são: Daniel Holbach (Alemanha), Matthew East (Reino Unido), Mike Basinger (EUA), Benjamin Mako Hill (EUA), Alan Pope (Reino Unido), Richard Johnson (EUA) e Elizabeth Krumbach (EUA).
O conselho participará de reuniões quinzenais para discutir a estrutura do Ubuntu por meio da plataforma de chat IRC.

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Eu, como acadêmico de Sistemas de Informações só tenho a agradecer  com esse projeto.

A comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou a proposta que regulamenta a o exercício da profissão de analista de sistema.

Segundo a Agência Senado, a proposta, conhecida como PLS 607/07, de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), deve seguir para a análise da Comissão de Assuntos Sociais, em decisão terminativa.

Somente profissionais com diploma superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados poderão exercer a profissão, de acordo com o substitutivo aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

A proposta diz que cabe ao profissional “a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos”.

Outra profissão citada é a de técnico de informática, que poderá ser exercida por por pessoas que tenham diploma de ensino médio com curso técnico em Informática ou de Programação de Computadores.

Estou de novo aqui postando mais novidades pra moçada.

Bem, dando uma velha espiada na internet, encontrei o GOS, que a um bom tempo já

vem rodando nos computadores da moça.

Ele é baseado no Ubuntu, já vem com varios aplicativos compilados, alem de ter um

visual muito parecido com o Sistema da Apple, rsrsrsrsr

Segue o link para download, o mesmo se encontra na versão 3.1

http://linuxfreedom.com/gos/gos-3.1-gadgets-20081205.iso

Salve salve rapaziada, to aqui mais uma vez postando pra galera que não ta conseguindo atualizar o OpenOffice para a versão 3.0 no Ubuntu 8.10.

Vamos começar entam.

Primeiro, temos que adicionar o mirro ao repositório.

Abra o terminal e digite o seguinte comando

sudo gedit /etc/apt/sources.list

adicione a seguinte linha

deb http://ppa.launchpad.net/openoffice-pkgs/ubuntu intrepid main

Feche e salve.

Agora vamos adicionar a chave, entre com os seguinte comandos

wget http://news.softpedia.com/images/extra/LINUX/small/key

Depois de baixa entre com esse comando

sudo apt-key add key

Pronto, agora e so mandar fazer a upgrade.

sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade

Quando fiz aqui no meu deu uns 70mg mais ou menos.

Bom, vou ficando por aqui.

Uma matéria da CNet publicada dia 1 de Abril e confirmada pelo Twitter oficial do Google revela como é, por dentro, um dos servidores do Google. A matéria fala que muitas empresas compram servidores da Dell, Hewlett-Packard, IBM, ou Sun Microsystems mas que para obter melhor eficiência o Google que possuí centenas de milhares de servidores decidiu construir os seus próprios servidores e continua descrevendo como são estas fabulosas máquinas do Google. Nesta imagem de Stephen Shankland (CNET) podemos ver, em detalhes, como é a configuração dos servidores do Google.

googleserverlarge

Estes servidores possuem dois processadores, dois discos rígidos e oito slots de memória montados em uma placa-mãe construída pela Gigabyte além de uma bateria acoplada que, segundo os engenheiros elétricos, reduz os gastos de energia do datacenter do Google.

Além de especificar a belezinha dos servidores do Google a matéria também fala sobre o sistema de clusters do datacenter que é montado por containers de servidores como este da foto.

Para quem consegue ler em inglês, vale a pena conferir: http://news.cnet.com/8301-1001_3-10209580-92.html