Olá pessoal, peço desculpas aos nossos leitores, já faz um tempo que a nossa página não tem sido atualizada.

Pra da inicio aos posts vamos começar pelo lançamento da versão Beta do Big Linux 5 que será lançado a versão final em no máximo 2 meses.

Abaixo temos as descrições postada no fórum pelo Bruno, o desenvolvedor do projeto  Big Linux  www.biglinux.com.br

Como a votação no fórum escolheu estamos de volta ao KDE4, pessoalmente depois de algumas semanas no Gnome eu também estava querendo o KDE4 de volta.

Mas algumas partes boas do Gnome foram aproveitadas, instalação e atualização de programas e sistema de som.

Estamos utilizando um Firefox com patchs do Suse para se integrar muito bem ao KDE.

O Br-Office.org já possui as melhores extensões instaladas, como a correção gramatical e integração com o Google Docs.

Uma atenção toda especial foi dada a parte de reprodução de vídeos, em meus testes sequer existe necessidade de instalação do w32codecs. Para reprodução de vídeos on line e DVDs contamos com o Totem, para outros vídeos o SMPlayer.

Um dos principais destaques está na conversão de vídeo, O Big Converter. Nunca encontrei um programa que tivesse os recursos que eu esperava para essa função, portanto agora temos o nosso, criado com a colaboração do Klaos, nessa versão ainda gera videos em poucos formatos, mas em breve terá compatibilidade com diversos outros formatos. Conta com recursos como redimensionar, embutir legenda, ajuste de brilho e cor, extração de áudio…

O Centro de Controle Big recebeu mais opções, e uma aba nova que ajuda bastante os novos usuários por conter explicações para coisas básicas como conectar à internet.

O suporte a conexão discada parece estar completo, contando com os mesmos drivers que estavam disponíveis no BigLinux 4.2.

Diversas melhorias menores que ajudam no uso do sistema, por exemplo ao tentar abrir um arquivo .exe é informado que precisa instalar o Wine e pergunta se deseja proceder a instalação, tudo de forma automática.

O desempenho no Live-CD não está dos melhores por incompatibilidades entre a versão do kernel e o sistema de compactação LZMA, porém instalado no HD o desempenho do sistema ficou muito bom, ao menos nos meus testes.

Acredito que estamos na reta final do BigLinux 5, caso não sejam encontrados problemas graves a versão final deve ser lançada no final de janeiro.

Portanto, vamos aos testes. Smile

Mirrrors:
http://www.biglinux.net/biglinux5-beta1.iso
http://biglinux.c3sl.ufpr.br/iso/biglinux5-beta1.iso
http://www.las.ic.unicamp.br/pub/biglinux/biglinux5-beta1.iso
http://mirror.pop-sc.rnp.br/mirror/biglinux/iso/biglinux5-beta1.iso

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Tamanho 692,1 MB

A Canonical liberou para download, hoje, a versão 9.10 da distribuição Linux Ubuntu que, entre outras características, estreia um serviço gratuito de computação em nuvem e melhor conectividade com redes 3G.

“O Ubuntu 9.10 dá aos usuários mais razões do que nunca para considerar seriamente o Linux como seu sistema operacional, justamente em um momento em que muitos usuários estão repensando as suas opções”, diz Jane Silber, COO da Canonical.

“Uma seqüência de boot, login e sincronização de arquivos e contatos mais atraente, por meio de serviços online e ótimas experiências com os modelos de notebooks, desktops e netbooks mais populares, devem posicionar o Ubuntu melhor entre as opções comerciais”, diz.

A novidade mais celebrada da versão é o recurso “Ubuntu One”. Trata-se de um pacote de serviços online, baseado em computação em nuvem, já lançado na versão beta de maio deste ano. O One funciona como uma nuvem pessoal na web, facilitando os processos de backup, sincronização e o compartilhamento de arquivos.

Para usar o One, a Canonical libera 2 GB por usuário.

 

 

Download Verção:

32 Bits

64Bits

Tamanho: 690 MB

Língua: Português


A IBM lançou nesta terça-feira, 21, um sistema operacional baseado em Linux chamado IBM Client for Smart Work. A plataforma é desenvolvida em conjunto com a Canonical, criadora do Ubuntu.

O sistema da IBM foi lançado em setembro na África e, em seguida, também nos Estados Unidos, no intuito de reduzir os custos de licenciamentos e upgrades de hardwares, por exemplo.

De acordo com a companhia, o sistema operacional chega para concorrer com o Windows 7, da Microsoft, que será lançando na próxima quinta-feira, 22. A IBM acredita que as empresas que adotarem sua plataforma economizarão 50% em relação ao Windows – em relação aos custos dos softwares.

O IBM Client for Smart Work, no entanto, só deve estar disponível em toda linha da empresa após 2010.

Estes últimos meses estão realmente dando uma canseira na equipe da revista! Este então… mas não podemos parar e como homenagem ao mês do professor, aquele profissional que mata um leão a cada dia, esta edição da Revista Espírito Livre traz como tema de capa Software Livre na Educação, apresentando em sua maioria matérias de cunho educacional, ora tratadas pelos nossos colunistas já consagrados, ora por convidados.

Será que é possível utilizar o software livre aliado à educação? Quais softwares usar? Como são as experiências de quem já os utiliza? Buscamos nesta edição apresentar respostas firmes e diretas sobre estas e muitas outras indagações que permeiam o meio educacional/acadêmico.

Como entrevistados, esta edição teve o prazer de conversar com Bruno Coudoin, criador do Gcompris, talvez a suite educacional em código aberto mais presente nas distribuições GNU/Linux com algum tipo de apelo a educação. Também conversamos com Bill Kendrick, criador do TuxPaint, outro software amplamente utilizado nas distribuições GNU/Linux. Ambos softwares, que também são encontrados com versões para outras plataformas, mas foram consagrados no sistema do pinguim, apresentam para o novo usuário (também de idade) um jeito diferente de aprender, amparados por uma comunidade em constante mudança. Nossos colunistas fixos também pegaram carona no assunto de capa e debulharam o tema, cada um a sua maneira, enriquecendo ainda mais esta seara que tanto se fala, e tanto se tem a falar. Alexandre Oliva pega no pé daqueles que acreditam que é possível ter software privativo no ambiente educacional, enquanto Juliana Kryszczun fala das Universidades e o software livre, um caminho também abordado por Taurion que também cita o meio acadêmico. Sinara Duarte, Vanessa Nogueira e Roberto Salomon também costuram bem o assunto de capa, apresentando seus pontos de vista em temas relevantes. Tivemos participações especiais, convidados que vieram agregar ainda mais conhecimento com suas experiências, como é o caso de Karla Capucho que fala sobre colaboração, educação e software livre e Jonsue Trapp Martins fala do Paraná Digital, o projeto de inclusão digital das escolas estaduais do Paraná.

Continue lendo…

Com mais de 100 milhões de usuários do mundo, distribuição tem o mérito de ter conquistado os usuários de PCs.

Ele provou que não são todas as versões do Linux que são voltadas exclusivamente a usuários de tecnologia qualificados. Melhorou radicalmente a interface, simplificando a vida de usuários mais leigos, tem tradução razoável para diferentes idiomas e um desempenho melhor se comprado a outras distribuições.

Estamos falando do Ubuntu, a versão do Linux que completa cinco anos de idade e melhorou muito a imagem do pingüim entre os usuários comuns. O sistema operacional já conquistou mais de 100 milhões de usuários no mundo, tem uma comunidade com 170 mil membros registrados, e lança versões novas a cada seis meses.
Baseado em Debian GNU/Linux, o sistema operacional é patrocinado pela empresa Canonical, do milionário sul-africano Mark Shuttleworth. Seu nome, Ubuntu, é o de um movimento sul-africano, comandado pelo bispo Desmond Tutu, que recebeu o prêmio Nobel da paz em 1984 por sua luta contra o Apartheid.

Na página do Ubuntu, o recado já é dado logo de cara – o Ubuntu nunca será pago e nem terá versões Enterprise, como outras empresas costumam criar. É um recado direto a duas gigantes do Linux – Novell e Red Hat – que, apesar de terem e manterem versões gratuitas de seus sistemas, oferecem versões pagas ao mercado corporativo.
A popularidade do Ubuntu fez com que muitas empresas deixassem o software proprietário de lado – mesmo em desktops, onde o Windows reinava (e ainda reina) tranquilamente. Prova disso é que grandes fabricantes de PCs, como IBM e Dell, já vendem máquinas com o Ubuntu pré-instalado.

O software também partiu mais recentemente para o mercado de servidores. Até grandes fornecedores, como a Sun Microsystems, homologaram o sistema operacional para rodar dentro de seus servidores. E o Ubuntu chegou na nuvem, por meio do serviço Amazon Elastic Compute Cloud, que oferece capacidade computacional sob demanda para as companhias.

Os cinco anos de idade e a popularidade entre os usuários finais fizeram do Ubuntu um sistema bastante respeitável. Até sua versão para os pequenos netbooks agradou aos usuários. Como qualquer distribuição de Linux, o Ubuntu ainda enfrenta problemas de compatibilidade com aplicativos mais populares dos PCs, mas isso não é problema para os fãs do pingüim nascido na África.

Mandriva Linux RC1 está disponível

A versão RC1 (Release Candidate) do Mandriva Linux 2010 foi anunciada hoje pelos desenvolvedores da Mandriva.
Esse é o quarto pacote divulgado pela empresa, que tem como objetivo oferecer um sistema operacional com foco nas tarefas diárias e com um apelo bem maior ao usuário final.
O Mandriva Linux RC1 é baseado na versão final do Linux kernel 2.6.31. A distribuição resolve diversos problemas nas ferramentas de rede, além de incompatibilidades e falhas nos ambientes de desktop GNOME e KDE.
Um dos recursos experimentais do RC1 é a integração do Nepomunk ao KDE, que permite a adição de notas a todos os arquivos, como se fossem etiquetas de identificação. Segundo a equipe de desenvolvimento, isso fará com que os usuários possam conferir o conteúdo de um arquivo sem que seja necessário abrir o mesmo.
Os arquivos ISO são híbridos e podem ser utilizados em um drive USB, que pode ser utilizado na instalação.
Apesar do avanço com as versões, alguns elementos gráficos ainda não estão disponíveis. A Mandriva pede que os usuários do sistema ajudem a testar o sistema e enviem comuniquem qualquer problema à equipe responsável pelo projeto.

Para fazer o Download click aqui.

Se você  gosta de Torrents, clica no link ou copie e cole o endereço no seu cliente torrent.
Mandriva Free DVD 32 Bits
Mandriva Free DVD 64 bits
Mandriva Dual CD 32 e 64 bits

Após 8 anos, projeto ressuscita sistema BeOS
Haiku coloca o veterano BeOS de volta à ativa

Distribuição Haiku, baseada no obscuro sistema operacional BeOS, chega à versão alpha.
Foi um longo caminho, mas a comunidade de fãs do BeOS conseguiu chegar lá. Após 8 anos de trabalho, foi lançada a versão R1/Alpha 1 do sistema operacional de código aberto Haiku.
Durante esse período grupos de voluntários se dividiram para reescrever todo o código fonte do BeOS e adaptá-lo para ser compatível com o hardware atual e, ao mesmo tempo, continuar dando suporte aos aplicativos originais escritos para o BeOS.
O Haiku R1 é distribuído gratuitamente e pode rodar sem ser instalado, por meio de um LiveCD. Sua comunidade já conseguiu desenvolver versões do Java e de diversos programas populares no mundo Linux, para equipar o sistema.
Desenvolvido no início dos anos 90 para rodar em máquinas com arquitetura AT&T Hobbit, o BeOS era uma espécie de rival do MacOS, pois destinava-se ao uso de ferramentas gráficas e possuía uma interface minimalista e elegante.
Em meados da década de 90, a Apple cogitou comprar a Be Inc. e transformar o sistema na base do seu novo sistema operacional. O negócio acabou não vingando, pois a Apple decidiu comprar o NeXT, empresa fundada por Steve Jobs em sua fase de renegado.
No final das contas, a produtora original do BeOS foi comprada pela Palm e, em 2001, encerrou suas atividades, abandonando o desenvolvimento do sistema operacional.


Os desenvolvedores do ambiente para desktop Linux KDE lançaram uma nova versão do código na última quinta. Segundo o comunicado oficial, o KDE 4.3.2 chega com diversas novidades na área gráfica, sem contar com os bugs que foram resolvidos. Uma das alterações mais esperadas é a retenção das configurações do KConfig. No KDE 4, o sistema perdia todos os dados caso o disco chegasse à sua capacidade total. Além disso, o KFile não apresenta mais problemas quando o usuário tenta mover arquivos enquanto ele gera um preview dos mesmos. A maioria dos erros que foram reparados afetava as janelas da interface quando alguma ação ou programas específicos do pacote eram acessados.

Comunidade do sistema operacional Ubuntu elegeu novos membros para seu conselho oficial. Ao todo, foram sete indicados que devem trabalhar na condução do desenvolvimento do projeto.
Além dos cuidados com o andamento da iniciativa, os membros também devem organizar reuniões periódicas entre os líderes dos setores de programação e fazer a manutenção de disputas relacionadas o comportamento dos demais participantes.
Os indicados são: Daniel Holbach (Alemanha), Matthew East (Reino Unido), Mike Basinger (EUA), Benjamin Mako Hill (EUA), Alan Pope (Reino Unido), Richard Johnson (EUA) e Elizabeth Krumbach (EUA).
O conselho participará de reuniões quinzenais para discutir a estrutura do Ubuntu por meio da plataforma de chat IRC.

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Eu, como acadêmico de Sistemas de Informações só tenho a agradecer  com esse projeto.

A comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou a proposta que regulamenta a o exercício da profissão de analista de sistema.

Segundo a Agência Senado, a proposta, conhecida como PLS 607/07, de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), deve seguir para a análise da Comissão de Assuntos Sociais, em decisão terminativa.

Somente profissionais com diploma superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados poderão exercer a profissão, de acordo com o substitutivo aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

A proposta diz que cabe ao profissional “a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos”.

Outra profissão citada é a de técnico de informática, que poderá ser exercida por por pessoas que tenham diploma de ensino médio com curso técnico em Informática ou de Programação de Computadores.