Com as versões mais recentes do cliente ssh para, deparei-me com a dificuldade conectar em equipamentos com versões anteriores, como por exemplo em roteadores cisco, huawei, ubiquiti entre tantos outros.

 

Caso você se depare com a mensagem ssh_dispatch_run_fatal: Connection to 192.168.66.1 port 22: DH GEX group out of range, basta seguir os passos abaixo.

 

  1. Criar o arquivo touch ~./ssh/config
  2. Adicionar o código abaixo (utilize seu editor preferido, vim, nano, etc) KexAlgorithms diffie-hellman-group-exchange-sha256,diffie-hellman-group14-sha1,diffie-hellman-group1-sha1

Se você utiliza mais de um usuário, crie o mesmo arquivo em todos os usuários.

O que são IOPS?

É o número de operações por segundo que um disco individual consegue chegar. Por exemplo, um disco SAS de 10K consegue em média 140 IOPS.

Esta velocidade é padrão na indústria com variações entre modelos, mas podemos ter uma base do que é aceitável e o fabricante do disco poderá lhe informar este número com precisão para cada modelo.

Note que a diferença é muito grande, principalmente levando em conta os novos discos SSD. Por exemplo, o disco X25-E da Intel chega a números 30 vezes maiores que os discos SAS e SATA.

Uma ótima ferramenta online para rápida consulta é o site TheCloudCalculator, da pra simular com quantidade de disco, espaço dos disco, percentual de utilização tanto da leitura quanto da escrita entre outras opções.

Recentemente tive a necessidade de por em operação um bloco de IPv6, me veio uma pequena dúvida, como manter o servidor respondendo aos endereços IPv4 e adicionar o IPv6?

Simples, mais fácil do que comprar balinha na feira. Em distribuições baseadas em Debian, o arquivo de configuração (/etc/network/interface)ficaria assim.

auto eth1 eth0

iface eth0 inet6 static
address 2604:A880:0800:0010:0000:0000:0365:3001
netmask 64
gateway 2604:A880:0800:0010:0000:0000:0000:0001
autoconf 0
dns-nameservers 2001:4860:4860::8844 2001:4860:4860::8888 8.8.8.8

iface eth0 inet static
address 200.236.51.2
netmask 255.255.255.0
gateway 200.236.51.1

OBS.: Os endereços IPs são meramente ilustrativos.

Toda crítica pro desenvolvimento dos programas da CAIXA é pouca( tomara que o eSocial não piore a nossa vida), mas nós administradores temos que nos virar pra fazer essas “lambanças” funcionarem.

Se você instalou o Sicalc e aparece a mensagem “ Component ‘GRID32.OCX’ or one of its dependencies not correctly registered: a file is missing or invalid”, faça o seguinte.

1 – Ative o modo de compatibilidade e coloque para o Windows 98/ME ( ilustração abaixo).

Compatibilidade Sicalc

2 – Mesmo no modo de compatibilidade, você vai receber a seguinte mensagem

Run-time error ‘339’:
Component ‘GRID32.OCX’ or one of its dependencies not correctly registered: a file is missing or invalid”

Para resolver o caso, deve-se instalar o  Run-Time do Visual Basic 6.0, o link para download http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=24417

Observação: Existe uma versão web do Sicalc, o link é http://www.receita.fazenda.gov.br/pagamentos/SicalcWebNovo.htm

 

 

 

Já vi algumas soluções malucas na tentativa de controla ( bloquear / permitir) o skype  em rede controlada. Já ouvi relatados onde o modelo utilizado foi alterado para ser utilizado com autenticação ( criando um usuário com acesso total e inserindo em cada estação nas configurações do skype) afim de permitir o uso da ferramenta no ambiente.

Quem pesquisa e tem um pouco de paciência, sempre vai encontrar a melhor solução, hehe. Abaixo segue o modelo testado e funcional para o caso em questão.

No modelo abaixo, criamos uma acl onde permitimos o acesso ao skype

# Permitir acesso ao Skype

acl numeric_IPs dstdom_regex ^(([0-9]+\.[0-9]+\.[0-9]+\.[0-9]+)|(\[([0-9af]+)?:([0-9af:]+)?:([0-9af]+)?\])):443
acl Skype_UA browser ^skype

http_access allow CONNECT localnet numeric_IPS Skype_UA

Nesta outra acl a ação é inversa, bloquearemos.

acl numeric_IPs dstdom_regex ^(([0-9]+\.[0-9]+\.[0-9]+\.[0-9]+)|(\[([0-9af]+)?:([0-9af:]+)?:([0-9af]+)?\])):443
acl Skype_UA browser ^skype

http_access deny numeric_IPS
http_access deny Skype_UA

 

Olá pessoal, peço desculpas aos nossos leitores, já faz um tempo que a nossa página não tem sido atualizada.

Pra da inicio aos posts vamos começar pelo lançamento da versão Beta do Big Linux 5 que será lançado a versão final em no máximo 2 meses.

Abaixo temos as descrições postada no fórum pelo Bruno, o desenvolvedor do projeto  Big Linux  www.biglinux.com.br

Como a votação no fórum escolheu estamos de volta ao KDE4, pessoalmente depois de algumas semanas no Gnome eu também estava querendo o KDE4 de volta.

Mas algumas partes boas do Gnome foram aproveitadas, instalação e atualização de programas e sistema de som.

Estamos utilizando um Firefox com patchs do Suse para se integrar muito bem ao KDE.

O Br-Office.org já possui as melhores extensões instaladas, como a correção gramatical e integração com o Google Docs.

Uma atenção toda especial foi dada a parte de reprodução de vídeos, em meus testes sequer existe necessidade de instalação do w32codecs. Para reprodução de vídeos on line e DVDs contamos com o Totem, para outros vídeos o SMPlayer.

Um dos principais destaques está na conversão de vídeo, O Big Converter. Nunca encontrei um programa que tivesse os recursos que eu esperava para essa função, portanto agora temos o nosso, criado com a colaboração do Klaos, nessa versão ainda gera videos em poucos formatos, mas em breve terá compatibilidade com diversos outros formatos. Conta com recursos como redimensionar, embutir legenda, ajuste de brilho e cor, extração de áudio…

O Centro de Controle Big recebeu mais opções, e uma aba nova que ajuda bastante os novos usuários por conter explicações para coisas básicas como conectar à internet.

O suporte a conexão discada parece estar completo, contando com os mesmos drivers que estavam disponíveis no BigLinux 4.2.

Diversas melhorias menores que ajudam no uso do sistema, por exemplo ao tentar abrir um arquivo .exe é informado que precisa instalar o Wine e pergunta se deseja proceder a instalação, tudo de forma automática.

O desempenho no Live-CD não está dos melhores por incompatibilidades entre a versão do kernel e o sistema de compactação LZMA, porém instalado no HD o desempenho do sistema ficou muito bom, ao menos nos meus testes.

Acredito que estamos na reta final do BigLinux 5, caso não sejam encontrados problemas graves a versão final deve ser lançada no final de janeiro.

Portanto, vamos aos testes. Smile

Mirrrors:
http://www.biglinux.net/biglinux5-beta1.iso
http://biglinux.c3sl.ufpr.br/iso/biglinux5-beta1.iso
http://www.las.ic.unicamp.br/pub/biglinux/biglinux5-beta1.iso
http://mirror.pop-sc.rnp.br/mirror/biglinux/iso/biglinux5-beta1.iso

md5sum: 7dc12e5af915c656989f02f4b67c350d
Tamanho 692,1 MB

A Canonical liberou para download, hoje, a versão 9.10 da distribuição Linux Ubuntu que, entre outras características, estreia um serviço gratuito de computação em nuvem e melhor conectividade com redes 3G.

“O Ubuntu 9.10 dá aos usuários mais razões do que nunca para considerar seriamente o Linux como seu sistema operacional, justamente em um momento em que muitos usuários estão repensando as suas opções”, diz Jane Silber, COO da Canonical.

“Uma seqüência de boot, login e sincronização de arquivos e contatos mais atraente, por meio de serviços online e ótimas experiências com os modelos de notebooks, desktops e netbooks mais populares, devem posicionar o Ubuntu melhor entre as opções comerciais”, diz.

A novidade mais celebrada da versão é o recurso “Ubuntu One”. Trata-se de um pacote de serviços online, baseado em computação em nuvem, já lançado na versão beta de maio deste ano. O One funciona como uma nuvem pessoal na web, facilitando os processos de backup, sincronização e o compartilhamento de arquivos.

Para usar o One, a Canonical libera 2 GB por usuário.

 

 

Download Verção:

32 Bits

64Bits

Tamanho: 690 MB

Língua: Português


A IBM lançou nesta terça-feira, 21, um sistema operacional baseado em Linux chamado IBM Client for Smart Work. A plataforma é desenvolvida em conjunto com a Canonical, criadora do Ubuntu.

O sistema da IBM foi lançado em setembro na África e, em seguida, também nos Estados Unidos, no intuito de reduzir os custos de licenciamentos e upgrades de hardwares, por exemplo.

De acordo com a companhia, o sistema operacional chega para concorrer com o Windows 7, da Microsoft, que será lançando na próxima quinta-feira, 22. A IBM acredita que as empresas que adotarem sua plataforma economizarão 50% em relação ao Windows – em relação aos custos dos softwares.

O IBM Client for Smart Work, no entanto, só deve estar disponível em toda linha da empresa após 2010.


Se você sente falta dos programas e games feitos só para Windows quando está no Linux, poderá instalá-los com facilidade usando o PlayOnLinux no seu sistema. Baseado no famoso Wine Bronze No ranking semanal, ele tem a vantagem de não requerer uma licença da Microsoft (como muitos programas de virtualização fazem) e não requerer que você instale um Windows inteiro para rodar os softwares. Muito fácil de usar, basta selecionar um dos itens da lista e seguir os procedimentos de instalação na tela ou tentar um programa que não esteja na lista (ele vem com assistente especialmente para isto).

Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE, Ambiente gráfico X11

Disponível nos idiomas: Inglês


Download

Estes últimos meses estão realmente dando uma canseira na equipe da revista! Este então… mas não podemos parar e como homenagem ao mês do professor, aquele profissional que mata um leão a cada dia, esta edição da Revista Espírito Livre traz como tema de capa Software Livre na Educação, apresentando em sua maioria matérias de cunho educacional, ora tratadas pelos nossos colunistas já consagrados, ora por convidados.

Será que é possível utilizar o software livre aliado à educação? Quais softwares usar? Como são as experiências de quem já os utiliza? Buscamos nesta edição apresentar respostas firmes e diretas sobre estas e muitas outras indagações que permeiam o meio educacional/acadêmico.

Como entrevistados, esta edição teve o prazer de conversar com Bruno Coudoin, criador do Gcompris, talvez a suite educacional em código aberto mais presente nas distribuições GNU/Linux com algum tipo de apelo a educação. Também conversamos com Bill Kendrick, criador do TuxPaint, outro software amplamente utilizado nas distribuições GNU/Linux. Ambos softwares, que também são encontrados com versões para outras plataformas, mas foram consagrados no sistema do pinguim, apresentam para o novo usuário (também de idade) um jeito diferente de aprender, amparados por uma comunidade em constante mudança. Nossos colunistas fixos também pegaram carona no assunto de capa e debulharam o tema, cada um a sua maneira, enriquecendo ainda mais esta seara que tanto se fala, e tanto se tem a falar. Alexandre Oliva pega no pé daqueles que acreditam que é possível ter software privativo no ambiente educacional, enquanto Juliana Kryszczun fala das Universidades e o software livre, um caminho também abordado por Taurion que também cita o meio acadêmico. Sinara Duarte, Vanessa Nogueira e Roberto Salomon também costuram bem o assunto de capa, apresentando seus pontos de vista em temas relevantes. Tivemos participações especiais, convidados que vieram agregar ainda mais conhecimento com suas experiências, como é o caso de Karla Capucho que fala sobre colaboração, educação e software livre e Jonsue Trapp Martins fala do Paraná Digital, o projeto de inclusão digital das escolas estaduais do Paraná.

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